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	<title>Arquivo de Energia em Debate - APEnergia</title>
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		<title>Pobreza Energética: estudo apresentado pelos FELPT</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 15:01:51 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Future Energy Leaders Portugal (FELPT) realizaram a apresentação e debate do seu estudo “<a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2022/05/White-Paper-FELPT-Caracterizacao-Energetica-e-Socioeconomica-do-Sector-Residencial-em-Portugal.pdf">Caracterização Energética e Socioeconómica do Sector Residencial em Portuga</a>l”, que teve como motivação a questão da pobreza energética.</p>
<p>O evento de apresentação do estudo decorreu no formato “<strong>Energia em Debate</strong>”, já habitual dos FELPT, reunindo cerca de 100 participantes, contando com a presença do Investigador <strong>João Paulo Henriques (ISCTE-IUL),</strong> da Professora <strong>Isabel Sarmento (ISEP)</strong>, do Presidente do Conselho de Administração da <strong>ADENE, Nelson Lage</strong>, da Coordenadora Executiva da <strong>Coopérnico/PowerPoor, Ana Rita Antunes</strong>, e do Presidente da <strong>Associação Portuguesa da Energia, João Torres</strong>.</p>
<p>Na intervenção de abertura, <strong>Ana Rita Gomes, membro da Board dos FELPT</strong>, introduziu os objetivos e o propósito do debate sobre o estudo <strong>“Caracterização Energética e Socioeconómica do Sector Residencial em Portugal”</strong>, realizado em parceria com a Associação Portuguesa da Energia. Em seguida, <strong>Alexandre Carvalho, membro dos FELPT, apresentou a metodologia, resultados e conclusões do relatório</strong>. O estudo teve por objetivo analisar a equidade no acesso à<br />
energia para conforto térmico no setor residencial na totalidade dos municípios nacionais. Na análise dos FELPT <strong>salientam-se os seguintes pontos</strong>:</p>
<ul>
<li><strong>Uma correlação entre os indicadores socioeconómicos e os défices energéticos em Portugal, isto é, quanto menores os rendimentos medianos, maiores tendem a ser os défices energéticos.</strong></li>
<li><strong>Uma relação entre o nível de escolaridade e o défice energético.</strong></li>
<li><strong>As necessidades de arrefecimento não são colmatadas em nenhuma parte do território.</strong></li>
</ul>
<p>Para minimizar o problema da pobreza energética a nível nacional, <strong>os FELPT sugerem a criação de um observatório da pobreza energética,</strong> que faça um acompanhamento focado na componente social para salvaguardar as necessidades energéticas de toda a população. Os FELPT destacam ainda a<br />
importância de se criarem novos programas de literacia energética e a revisão e aperfeiçoamento dos apoios existentes.</p>
<p>Na sequência desta apresentação realizou-se uma sessão de debate com <strong>mesa-redonda moderada por Andreia Carreiro, membro dos FELPT</strong>. A mesa-redonda contou com a presença do Investigador em João Paulo Henriques (ISCTE-IUL), da Professora Isabel Sarmento (ISEP), e dos engenheiros Nelson Lage (Presidente da ADENE) e Ana Rita Antunes (Coordenadora Executiva da Coopérnico/PowerPoor).</p>
<p>Para <strong>João Paulo Henriques</strong>, para compreendermos a pobreza energética é essencial primeiro compreendermos a pobreza, já que é uma das facetas de um fenómeno multidimensional de privação de recursos.</p>
<p>Na opinião de <strong>Isabel Sarmento</strong>, uma das primeiras medidas essenciais para o combate eficaz à pobreza energética seria a diminuição das necessidades energéticas, começando pela urgente reabilitação do parque habitacional nacional.</p>
<p>Por sua vez <strong>Nelson Lage</strong> destaca que o White Paper realizado pelos FELPT é um excelente ponto de partida na análise da pobreza energética em Portugal, uma vez que estudou o “estado de arte” nacional atual.</p>
<p>Por sua vez, <strong>Ana Rita Antunes</strong>, destaca que Portugal tem um problema de literacia energética e de conforto térmico. Para solucionar esta questão, a engenheira salienta que é essencial conciliar campanhas de informação sobre a importância do conforto térmico com soluções para a falta dele.</p>
<p>Na sessão de encerramento o <strong>Presidente da APE, João Torres</strong> mencionou que <em>“o tema desenvolvido pelos FELPT neste interessante whitepaper trouxe um excelente contributo para o debate que a APE quer manter ativo particularmente num tempo em que impacto da pandemia veio agravar alguns dos</em><br />
<em>riscos ali identificados”.</em></p>
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		<title>Apresentação pública Trilema Energético</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 22:15:29 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os FEL.PT da Associação Portuguesa da Energia fizeram hoje a apresentação pública do relatório de 2021 “<a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2022/03/FELPT2021_TrilemaEnergetico.pdf">Trilema Energético – Uma Perspectiva Nacional</a>”, estudo em que são avaliadas as três dimensões fundamentais para o desenvolvimento dos sistemas de energia: segurança energética, equidade no acesso à energia e sustentabilidade ambiental.</p>
<p>O evento decorreu no formato “<a href="https://apenergia.pt/energia-em-debate/">Energia em Debate</a>”, já habitual dos FEL.PT e reuniu cerca de 230 participantes, contando com a abertura do Secretário de Estado Adjunto e da Energia, João Galamba e com a presença, para Mesa Redonda, dos Professores Júlia Seixas, João Peças Lopes e Pedro Verdelho.</p>
<p><strong>Na sua intervenção de abertura, João Galamba assegurou que «<em>Em Portugal, a política energética resolve as três dimensões do trilema – seguro e fiável, acessível e sustentável»</em></strong>. Adicionalmente, destacou que Portugal tem um ganho evidente ao abandonar os combustíveis fósseis, o que irá levar ao aumento da sustentabilidade ambiental do país, por uma redução de emissões, aumentando também a equidade da energia, por uma redução de preços.</p>
<p>Após a abertura, os <em>team leaders </em>dos FEL.PT <strong>Pedro Simões Frade</strong>, <strong>Mariana Figueiredo </strong>e <strong>Bruno Henrique Santos </strong>apresentaram os três pilares do trilema – segurança, equidade e sustentabilidade ambiental.</p>
<p>Na sequência desta apresentação realizou-se uma sessão de debate e mesa redonda moderada por <strong>Miguel Prado </strong>– Jornalista no Expresso, e com a presença dos Professores <strong>Pedro Verdelho </strong>&#8211; Presidente da ERSE, <strong>Júlia Seixas </strong>&#8211; Professora na Universidade Nova de Lisboa e <strong>João Peças Lopes</strong>, Professor da FEUP.</p>
<p>Na sua intervenção <strong>Pedro Verdelho </strong>salientou que a eletricidade está associada ao desenvolvimento das sociedades. Portugal é dos países com maior penetração de eletricidade de origem renovável, o que tem permitido um acesso à eletricidade com preço estável, dentro da média europeia.</p>
<p>Na opinião de <strong>Júlia Seixas</strong>, o problema da segurança energética deve ser analisado também pelo lado da procura e não meramente pelo lado da oferta: analisar a sustentabilidade ambiental apenas pelas emissões de CO2 poderá ser redutor, visto que existem outros factores que impactam na utilização dos recursos naturais.</p>
<p>Para <strong>João Peças Lopes</strong>, a eliminação do consumo de carvão não significa uma redução da segurança energética, uma vez que o país aumentou nos últimos anos a penetração de fontes renováveis, mantendo as necessidades de potência firme, através de centrais de ciclo combinado.</p>
<p>De acordo com o <strong>Presidente dos FEL.PT, Pedro Ernesto Ferreira</strong>, «<em>os oradores foram unânimes na necessidade de equilibrar os três pilares do Trilema, garantindo uma transição energética justa e equitativa</em>».</p>
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		<title>“Trilema Energético &#8211; Uma Perspetiva Nacional”</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 11:16:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Future Energy Leaders Portugal (FEL.PT) da APE, promovem, no próximo dia 22 de Novembro, através da plataforma zoom, o último evento do ciclo de<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Future Energy Leaders Portugal (FEL.PT) da APE, promovem, no próximo dia 22 de Novembro, através da plataforma zoom, o último evento do ciclo de 2021 dos “Energia em Debate” para <a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2021/11/Programa_apresentacao-report2021_FINAL-1.pdf">apresentar publicamente o Relatório Trilema Energético &#8211; Uma Perspetiva Nacional</a>.</p>
<p>Este trabalho, realizado pela turma 2021 dos FEL.PT, investiga a evolução de cada um dos indicadores utilizados pelo World Energy Council para avaliar os Sistemas Energéticos de cada país &#8211; Segurança de Abastecimento, Equidade Energética e Sustentabilidade Ambiental.</p>
<p>A sessão, que decorrerá das 17h00 às 18h30, contará com abertura pelo Sr. Secretário de Estado Adjunto da Energia, João Galamba seguida da  apresentação dos três pilares do trilema, Segurança Energética, Equidade Energética e Sustentabilidade Ambiental pelo FEL.PT Pedro Simões Frade, Mariana Figueiredo e Bruno Henrique Santos. Segue-se uma mesa redonda com a presença dos professores Pedro Verdelho, Júlia Seixas e João Peças Lopes, moderada pelo jornalista do Expresso Miguel Prado.</p>
<p>A inscrição é gratuita, mas obrigatória, devendo ser realizada em: <a href="https://zoom.us/webinar/register/6416372312853/WN_blMovk3KQlKniaSZZaVDXA">https://zoom.us/webinar/register/6416372312853/WN_blMovk3KQlKniaSZZaVDXA </a></p>
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		<title>Transição Energética e Geopolítica</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Oct 2021 16:03:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se, no passado dia 30 de setembro, a quarta sessão do ciclo de eventos <strong>Energia em Debate</strong> dedicada ao tema <a href="https://youtu.be/MB9_q8yhfVU">&#8220;<strong>Transição Energética e Geopolítica&#8221;</strong></a>, (video no link) uma iniciativa dos Future Energy Leaders Portugal, realizada com o apoio da Associação Portuguesa da Energia. Os oradores convidados, <a href="https://www.linkedin.com/in/vascoguedesferreira/"><strong>Vasco Ferreira,</strong></a> Coordenador de política da União Europeia, <a href="https://www.linkedin.com/in/teresaleao/"><strong>Teresa Ponce Leão, </strong></a>Presidente do LNEG e <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/jorgemoreiradasilva/">Jorge Moreira da Silva</a>,</strong> Diretor da OECD, foram unanimes quanto à necessidade de aumentar a cooperação entre países e regiões para materializar a ambição de uma transição energética segura, justa e sustentável.</p>
<p>Na sua intervenção <strong>Vasco Ferreira</strong> começou por reforçar a ambição da Comissão Europeia em concretizar o pacto ecológico europeu para a área da energia e do clima, que permitirá à Europa atingir a neutralidade carbónica em 2050. Destacou que as medidas propostas no pacto proporcionam uma oportunidade única para a Europa liderar a transição energética e permitem ao sector industrial europeu evoluir impactando em toda a cadeia de valor do sector da energia, dos transportes e da construção, prevendo a <strong>renovação de aproximadamente 35 milhões de edifícios e a criação de 160.000 empregos verdes e sustentáveis até 2030</strong>. Relativamente à descarbonização do sistema energético europeu referiu que em dezembro deste ano é esperada uma proposta da comissão para legislar a <strong>descarbonização das redes de gás natural</strong>. Terminou salientando que a Europa pretende impulsionar e liderar a ação climática a nível mundial, apoiando financeiramente vários países e regiões para atingirem os seus objetivos climáticos no âmbito do Instrumento de Vizinhança, de Cooperação para o Desenvolvimento e de Cooperação Internacional.</p>
<p>Na opinião da Presidente do LNEG, <strong>Teresa Ponce Leão </strong>os maiores desafios que o mundo enfrenta atualmente, as catástrofes climáticas e a pandemia global, estavam previstas cientificamente, mas nenhuma ação preventiva foi considerada para minimizar os eventuais riscos e agora é tempo de agir e refletir sobre os ensinamentos que essas crises trouxeram. Refere também que a recuperação da situação pandémica deve ser uma oportunidade para <strong>recentrar o desenvolvimento do setor da energia em 6 pilares: a circularidade, a eletrificação renovável dos consumos, a integração de gases renováveis no setor energético, o papel ativo do consumidor, a integração de infraestruturas para produção de hidrogénio verde e a digitalização. </strong>Aponta que é necessário desafiar o status quo e implementar o conceito de circularidade em toda a cadeia de valor do setor energético. Foca, ainda vários desafios geopolíticos que envolvem a União Europeia, como a subida dos preços de eletricidade nos mercados diários, a dificuldade da China em obter matérias-primas para satisfazer a produção interna e acrescenta o resultado do <strong><em>The Circularity Gap Report</em> que indica que estamos a reciclar apenas 8% dos nossos desperdícios.</strong> Para concluir salienta que, no futuro, é fundamental a integração dos diferentes recursos renováveis no sistema energético e que são necessárias alterações na regulação e exploração de novos serviços para acomodar uma transição energética inclusiva e justa.</p>
<p><strong>Jorge Moreira da Silva </strong>inicia a sua exposição deixando um alerta para a necessidade de tratar o tema da transição energética de forma holística dado que existem diferenças significativas entre países quanto aos seus recursos endógenos e económicos. Refere que atualmente existe um consenso global relativo à necessidade de incrementar os esforços na cooperação internacional para combater os efeitos das alterações climáticas e salienta a enorme oportunidade que a descarbonização introduz na sociedade para, de forma sustentável, criar riqueza social e económica. Ainda assim, destaca 3 grandes ameaças no combate às alterações climáticas:</p>
<p>i) a inconsistência entre o compromisso que os países assinaram referindo-se à inconsistência entre o compromisso que os países assinaram nesse acordo e os reais resultados que se verificam, uma vez que atualmente já ultrapassamos o aumento de temperatura média do planeta em 1.2º C;</p>
<p>ii) a escala temporal dos planos de neutralidade carbónica, que apontam para 2050 a sua total concretização, data que, na sua opinião é desajustada e uma resposta tardia face à gravidade do problema que enfrentamos;</p>
<p>iii) o risco de os países em vias de desenvolvimento não acompanharem a transição energética por enfrentarem, ainda, desafios de cariz social e económico como a pobreza extrema, com 1.000 milhões de pessoas sem acesso a eletricidade em países muito afetados pelas alterações climáticas.</p>
<p>Numa perspetiva de recuperação social e económica pós pandemia e com o alinhamento do desafio de lutar contra as desigualdades e as alterações climáticas, destaca o enorme potencial na criação de emprego e oportunidades de crescimento sustentável da economia. Declara que o <strong>acordo de Paris é a última oportunidade para enfrentar a mudança climática</strong>, relembrando que até 2030, é necessário capacitar o mundo com 4x mais renováveis, 18x mais veículos elétricos e mais 4%/ano de investimento em eficiência energética. Sugere uma revisão das metas estabelecidas no acordo de Paris com metas mais ambiciosas, propondo abolir os subsídios aos combustíveis fosseis, massificar a mobilidade elétrica e investir massivamente na eficiência energética em edifícios. Termina a sua intervenção com uma breve nota sobre o investimento e financiamento que Portugal pode, e deve, captar para desenvolver o sector da energia com uma visão industrial, referindo que é necessário o aumento da capacidade das interligações ibéricas, para que a exportação de energia solar e eólica para o centro da Europa seja uma realidade, atraindo investimento e ajudando esses países a descarbonizar a sua economia.</p>
<p>Na Sessão de Encerramento o Presidente da Direção da <a href="http://www.apenergia.pt">Associação Portuguesa da Energia,</a> <strong>Jorge Cruz Morais</strong>, afirmou<em>: «Esta sessão centra-se num desafio verdadeiramente global no sentido em que muitas ações terão de ser implementadas localmente e desenvolvidas transversalmente em todas as geografias, considerando naturalmente o contexto específico de cada situação. Estamos num processo em que dependemos todos de todos, um processo sem uma liderança conhecida e que se desenvolve graças à consciência do problema que enfrentamos, ao sentido de urgência e á disponibilidade de recursos de cada país e cada região. Neste processo, acredito que a liderança se faz pelo exemplo, o papel da Europa, dos Estados Unidos e genericamente os países da OCDE será determinante no acelerar deste processo. […] Também s transição energética prossupõe apoio e solidariedade entre países e regiões, a contrapartida será o bem comum e um enorme conjunto de novas oportunidades de desenvolvimento económico, social e ambiental.»</em></p>
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		<title>Solar distribuído terá grande impacto na gestão e operação das redes de distribuição de energia</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2021 15:30:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No passado dia 30 de junho, realizou-se mais uma edição do projeto Energia em Debate promovido pelo Future Energy Leaders Portugal, desta vez numa sessão online<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://apenergia.pt/potencial-solar-distribuido/">Solar distribuído terá grande impacto na gestão e operação das redes de distribuição de energia</a> aparece primeiro em <a href="https://apenergia.pt">APEnergia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>No passado dia 30 de junho, realizou-se mais uma edição do projeto <a href="https://apenergia.pt/energia-em-debate/">Energia em Debate</a> promovido pelo Future Energy Leaders Portugal, desta vez numa sessão online dedicada à discussão do “<a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2021/07/Programa_solar-distribuido_website-APE.pdf">Potencial do Solar Distribuído</a>”.</p>
<p>Nesta iniciativa, que contou com o apoio da Associação Portuguesa da Energia, foram oradores João Amaral, CTO da Voltalia, Alexandre Kisslinger, CEO da Acciona Energia Portugal, João Peças Lopes, Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e Pedro Amaral Jorge, Vice-Presidente da APE e Presidente da APREN, que encerrou a sessão.</p>
<p>A integração prevista no PNEC 2030 de 2 GW de solar distribuído em Unidades de Mini e Microgeração e Unidades de Produção para Autoconsumo, necessária para o esforço de descarbonização, vai influenciar a forma como é gerida e operada a rede de distribuição de energia, não só pelo carácter não despachável da fonte solar, mas também por efeito dos comportamentos dos consumidores e das opções do lado da procura, nomeadamente por ocorrência de situações de inversão de fluxo.</p>
<p>O aparecimento de comunidades de energia e do trading regional ou local, o papel do armazenamento e da digitalização e os riscos cibernéticos foram aspectos analisados pelo painel, também em resposta a perguntas da audiência, que atingiu cerca de 160 participantes.</p>
<p>Reveja a sessão <a href="https://youtu.be/W3MyaAknFC4">aqui</a> .</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Energia em Debate: Potencial do Solar Distribuído</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apenergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jun 2021 17:32:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Conferência APEnergia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realiza-se, no dia 30 de Junho, a próxima edição da iniciativa &#8220;Energia em Debate&#8221; dos Future Energy Leaders Portugal dedicada ao tema &#8220;Potencial do solar Distribuído&#8221;<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://apenergia.pt/energia-em-debate-potencial-do-solar-distribuido/">Energia em Debate: Potencial do Solar Distribuído</a> aparece primeiro em <a href="https://apenergia.pt">APEnergia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Realiza-se, no dia 30 de Junho, a próxima edição da iniciativa &#8220;Energia em Debate&#8221; dos Future Energy Leaders Portugal dedicada ao tema <a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2021/06/Programa-Solar-distribuido_v11junho21.pdf">&#8220;Potencial do solar Distribuído&#8221; </a>que contará com a participação de João Amaral, CTO da Voltalia, Alexandre Kisslinger, CEO da Acciona Energia Portugal, e João Peças Lopes, Professor da FEUP e ainda Pedro Amaral Jorge, Presidente da APREN, no encerramento.</p>
<p>Os sistemas solares fotovoltaicos distribuídos têm como vantagem produzirem eletricidade perto do local de consumo. Tal facto, leva a uma redução das perdas do transporte de eletricidade e pode contribuir para aumento da resiliência do sistema elétrico nacional.</p>
<p>Numa altura em que se debate a nível nacional os próximos leilões de potências das grandes centrais fotovoltaicas, o impacto paisagístico destes megaprojetos e os seus benefícios para o desenvolvimento local, é essencial analisar as vantagens e desvantagens da estratégia de produção solar fotovoltaica distribuída versus a produção em larga escala.</p>
<p>O evento decorerrá online, estando já abertas as <a href="https://forms.gle/i2AkkKCbj2xV87269">inscrições</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Especialistas são unânimes na importância da dimensão socio-económica para o sucesso da transição energética em Portugal</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2021 12:26:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na sessão dedicada à discussão da Lei de Bases do Clima em Portugal, realizada no passado dia 19 de Maio, integrada no projecto Energia em Debate<span class="excerpt-hellip"> […]</span></p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="paragraph" style="text-align: justify; line-height: 115%; vertical-align: baseline;"><span class="contextualspellingandgrammarerror"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">Na sessão dedicada à discussão da Lei de Bases do Clima em Portugal, realizada no passado dia 19 de Maio, integrada </span></span><span class="normaltextrun"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">no projecto <b>Energia em Debate</b> dos Future Energy Leaders Portugal, </span></span><span class="eop"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">da Associação Portuguesa da Energia, este foi um ponto de acordo entre os 4 oradores convidados: Nevin Alija da Nova Green Lab, Júlia Seixas da Nova School of Science and Technology, António Miguel Bento, da University of Southern Califórnia e Jaime Braga da CIP – Confederação Empresarial de Portugal.</span></span></p>
<p class="paragraph" style="text-align: justify; line-height: 115%; vertical-align: baseline;"><span class="eop"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">A importância de a futura Lei de Bases do Clima acautelar uma transição energética justa, que considere o problema da pobreza energética, bem como o desenvolvimento económico do país através da manutenção da competitividade da indústria e da criação de emprego, em simultâneo com o cumprimento das metas de neutralidade carbónica até 2050 foi unânime entre os especialistas presentes.</span></span></p>
<p class="paragraph" style="text-align: justify; line-height: 115%; vertical-align: baseline;"><span class="eop"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">Outro aspecto considerado indispensável pelo vários intervenientes para o sucesso da implementação da Lei de Bases do Clima foi a </span></span><span class="normaltextrun"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">criação de um órgão consultivo científico independente, estabelecido com o propósito de aconselhar sobre políticas e monitorizar o progresso do processo de descarbonização, central na transição energética.</span></span></p>
<p class="paragraph" style="text-align: justify; line-height: 115%; vertical-align: baseline;"><span class="eop"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">A Secretária Geral do programa Future Energy Leaders Portugal, Ana Luís de Sousa, afirmou<i>: “O debate sobre a Lei de Bases do Clima contribuiu para a reflexão sobre o impacto que esta Lei de Bases poderá ter nos três pilares do Trilema Energético Português: segurança energética, equidade e sustentabilidade ambiental. Este evento contou com a presença de um painel extraordinário de especialistas convidados, tendo permitido uma reflexão sobre as oportunidades e desafios rumo à sustentabilidade da Energia em Portugal”</i></span></span></p>
<p><span class="eop"><span lang="PT" style="font-size: 10.0pt; line-height: 115%; font-family: 'Calibri',sans-serif;">Poderá rever a sessão <a href="https://youtu.be/oEPWGI6sZ_Y">aqui</a>.</span></span></p>
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		<title>FEL.PT lançam iniciativa “Energia em Debate” com evento dedicado ao Hidrogénio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[apenergia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2021 10:00:24 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Realizou-se, no passado dia 21 de Abril 2021, a primeira sessão do projecto <strong>Energia em Debate</strong> dedicada ao tema <strong>&#8220;</strong><a href="https://apenergia.pt/wp-content/uploads/2021/04/Programa_Energia-em-Debate_H2_WEB.pdf"><strong>H2: que futuro na transição?</strong></a><strong>&#8220;, </strong>numa iniciativa dos Future Energy Leaders Portugal, realizada com o apoio da Associação Portuguesa da Energia.</p>
<p>O evento registou a presença de aproximadamente 240 participantes e contou com a moderação de <strong>Ana Gomes</strong> e <strong>Ana Sousa</strong> membros do FEL.PT, e com as intervenções de <strong>Pedro Ernesto Ferreira</strong>, Presidente do FEL.PT, <strong>André Pina</strong>, Director Associado de Estratégia de H2da  EDP Renováveis, <strong>Hugo Campelo</strong>, Director Transversal de Tecnologia das Áreas de Sistemas da Efacec<strong>, Paulo Marques, </strong>Director Técnico da CaetanoBus, <strong>Rui Costa Neto</strong>, Investigador no Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa e J<strong>orge Cruz Morais</strong>, Presidente da Direcção da APE.</p>
<p>Após as intervenções dos oradores, o evento centrou-se num debate sobre o papel que o hidrogénio pode ter na descarbonização do sector energético, na execução dos objectivos do Roteiro Nacional de Carbono e do Plano Nacional de Acção para as Energias Renováveis, bem como nos desafios e potencialidades dos projectos pioneiros de produção de H2 em Portugal.</p>
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